Flamengo sem enrolação.

Autor: guilhermepl1981@proton.me

  • Arbitragem no Brasil é falha e inconsistente

    Arbitragem no Brasil é falha e inconsistente

    No Brasil, o juiz não é apenas parte do jogo — muitas vezes ele é o protagonista. Ramon Abatti Abel é um protagonista. Quando o apito soa, a dúvida já começa: quem vai vencer, o time melhor preparado ou o que tiver mais sorte com a arbitragem? O futebol brasileiro virou um campo minado onde cada falta, cada pênalti e cada impedimento parecem depender mais do “feeling” do árbitro do que da regra.

    O VAR, que prometia ser o “salvador da justiça esportiva”, virou um novo vilão. Lento, confuso e seletivo, ele mais gera revolta do que esclarece. Tem hora que parece um oráculo: aparece quando quer, interpreta como quer, e desaparece quando o lance é contra um clube grande.

    A incoerência virou rotina. Um pisão igual é vermelho em um jogo e amarelo no outro. Um toque de mão é pênalti para o visitante, mas ignorado quando é o mandante favorito da rodada. E quando o juiz é chamado ao monitor, já se sabe: a chance de ele manter a decisão inicial é quase zero. É o teatro do convencimento em rede nacional.

    O problema não é falta de tecnologia, é falta de coragem. A arbitragem brasileira é refém de pressões políticas e midiáticas. Juízes são escalados com medo de errar contra quem manda no futebol. E, convenhamos, há clubes que parecem ter crédito ilimitado no VAR Bank.

    Enquanto isso, os torcedores vivem de raiva e desconfiança. Nenhum resultado é aceito sem debate sobre o apito. A paixão pelo jogo foi substituída por discussões de frame congelado e linhas traçadas tortas. A credibilidade se esvai a cada rodada.

    A CBF tenta maquiar o caos com discursos técnicos, mas a verdade é que falta profissionalismo. Árbitro no Brasil ganha pouco, treina mal e sofre mais pressão que um goleiro em final de Libertadores. O sistema é amador, e o resultado está à vista.

    Clubes já pedem arbitragem estrangeira em finais. E não é exagero: quando os times confiam mais num juiz argentino do que num brasileiro, é sinal de falência moral do nosso apito. E o torcedor sabe disso, mesmo sem entender todas as regras.

    É curioso ver dirigentes que ontem reclamavam da arbitragem hoje se calarem quando o erro os beneficia. A hipocrisia é generalizada. No futebol brasileiro, o discurso muda de acordo com o lado da decisão.

    O que deveria ser uma exceção virou parte da estratégia. Técnico que reclama do juiz em coletiva está, na verdade, preparando o terreno para o próximo jogo. É o velho jogo fora das quatro linhas, onde o apito é uma arma tática.

    O futebol brasileiro precisa de um choque de credibilidade. Arbitragem profissional, punições exemplares e transparência total no VAR. Mas enquanto o apito continuar sendo mais influente que o craque, o torcedor seguirá perguntando: quem ganhou o jogo — o time ou o juiz?

  • Libra em xeque: a unanimidade que todo mundo pediu

    Libra em xeque: a unanimidade que todo mundo pediu

    O racha da Libra explodiu nos bastidores e o Flamengo obteve uma liminar no TJ-RJ que congelou R$ 77 milhões do repasse atrelado ao critério de audiência do contrato com a Globo (2025–2029). O clube alega falhas na regra de medição; os demais falam em “conduta predatória”. Resultado: dinheiro parado, clima de guerra e um debate que interessa a todo o futebol brasileiro: crescer o bolo ou brigar pela fatia? ge+1

    Antes de escolher lado, dá para ancorar a conversa em fatos. Em março de 2024, a Globo fechou com a Libra para exibir, com exclusividade, os jogos dos seus mandantes no ciclo 2025–2029. Meses depois, também fechou com a LFU — consolidando, na prática, o ecossistema de transmissão do Brasileirão para os próximos cinco anos. Ou seja: a receita existe, os contratos estão assinados e as fórmulas de distribuição foram publicadas. ge+1

    Qual é a tal fórmula? A própria Libra difundiu a divisão 40-30-30: 40% igualitário, 30% por desempenho e 30% por audiência. A briga atual mora nesses “30% de audiência”. O Flamengo diz que a métrica não é transparente; a Libra rebate que o critério está no Estatuto e foi aprovado por unanimidade — “inclusive pelo próprio Flamengo”, pontua a nota pública. É por causa desse impasse que a parcela de R$ 77 mi ficou travada. ge+2ESPN.com+2

    Do outro lado, os clubes reagiram forte. Palmeiras e São Paulo, por exemplo, divulgaram notas de repúdio; o Verdão avisou que acionará o Flamengo na Justiça. A crítica central: a trava afeta caixas mais frágeis e gera desequilíbrio competitivo em plena temporada. Em linguagem direta: para quem não nada em superávit, essa parcela faz diferença entre investir (ou pagar folha) e apertar o freio. ge+1

    Onde entra o “bolo maior”? Em ligas maduras, a soma de contratos, internacionalização do produto e previsibilidade vendem o campeonato como um único show — e não como 20 shows separados. Quando Libra e LFU disputaram o mercado, os valores finais ficaram “próximos” e, somados, robustos. O problema é que, sem coordenação total, o teto de crescimento fica mais baixo que poderia; com governança alinhada, a tendência é valorizar todo o pacote (doméstico e internacional). ge

    Exemplo concreto: no exterior, Libra e LFU unificaram a venda de direitos internacionais por 2025–2027 — mas sem jogos com Flamengo mandante. É meia ponte: ajuda a turbinar a vitrine, porém ainda deixa uma peça valiosa fora do tabuleiro. Se todos estivessem juntos, a precificação de “todo o Brasileirão” lá fora tenderia a subir — e quem ganha primeiro são os clubes médios, que multiplicam sua exposição e receita por jogo. ESPN.com

    Agora a pergunta que dói: os “outros” se beneficiariam mais de um bolo maior do que de uma mudança pontual na régua de audiência? Sim. Pelo 40-30-30, 40% é igual para todos, e 30% vem da performance (que alguns conseguem capturar com boa gestão). O salto de receita estrutural nasce de narrativas vendidas em bloco (janelas, streaming, internacional) e de previsibilidade para sponsors. Em português claro: uma liga coesa costuma valorizar até quem não lidera Ibope — e isso paga CT, base e elenco. ge+1

    Isso inocenta o Flamengo? Não. O clube tem todo direito de questionar critérios, mas travar o fluxo inteiro no vareio do campeonato cria efeito colateral que respinga nos 15, 16, 17º orçamentos — exatamente quem mais precisa de previsibilidade. A crítica pública de rivais e a escalada jurídica mostram que a estratégia, ainda que legítima, cobrou um preço político altíssimo e arrisca isolar o Rubro-Negro dentro da própria coalizão. CNN Brasil+1

    Por outro lado, também não inocenta a Libra: se o critério de audiência é bom, tem que ser auditável, replicável e publicável com granularidade — inclusive para um clube que, goste-se ou não, é o maior gerador de audiência do país em várias métricas recentes. Transparência não é concessão; é requisito para a liga virar produto global e para encerrar a eterna “disputa do tapetão” por interpretação de planilhas. ge

    O caso dos R$ 77 milhões virou arma num duelo de poder, mas a solução não está em morder mais da mesma pizza — e sim em assar uma pizza maior. Uma governança que una contratos domésticos e internacionais, padronize métricas, publique relatórios e proteja a previsibilidade anual vai colocar mais dinheiro no caixa do Mirassol ao Palmeiras, do Vitória ao São Paulo, do Bahia ao Bragantino. E, paradoxalmente, isso também deixa o Flamengo (e seus rivais de topo) ainda mais ricos — só que com o campeonato inteiro mais forte. ESPN.com+1

  • Flamengo e Bahia: crise e favoritismo na reta final

    Flamengo e Bahia: crise e favoritismo na reta final

    O jogo de hoje (domingo, 5/10, 18h30) na Arena Fonte Nova promete ser mais quente que o termômetro de Salvador. De um lado, o Bahia cheio de desfalques; do outro, o Flamengo líder querendo abrir vantagem. No papel, parece roteiro fácil. Em campo, a história costuma cobrar caro quem chega de salto alto. Terra+1

    Competição: Brasileirão Série A 2025 (27ª rodada). ge
    Data e horário: domingo, 5 de outubro de 2025, às 18h30 (de Brasília). ge
    Local: Casa de Apostas Arena Fonte Nova, Salvador (BA). ge
    Transmissão: Premiere (pay-per-view); tempo real no ge. ge

    Bahia — provável escalação (téc. Rogério Ceni):
    Ronaldo; Gilberto, David Duarte [Fredi], Rezende e Zé Guilherme; Acevedo, Jean Lucas e Everton Ribeiro; Kayky, Iago Borduchi [Michel Araujo, Tiago ou Cauly] e Willian José. ge

    Flamengo — provável escalação (téc. Filipe Luís):
    Rossi; Varela (Royal), Danilo, Léo Ortiz e Ayrton Lucas; De la Cruz, Jorginho e Arrascaeta; Plata (Carrascal), Samuel Lino (Cebolinha) e Pedro. ge

    Rogério Ceni tem um quebra-cabeça nas mãos: são baixas em todos os setores e uma lista extensa de suspensos e machucados, com nomes que vinham sendo importantes na rotação tricolor. Isso mexe no plano de jogo e pode empurrar o Bahia para um 4-1-4-1 mais reativo, com blocos médios e aposta em transições curtas. ge+1

    Mesmo desfalcado, o Bahia costuma crescer em casa, com Fonte Nova pulsando, e vai mirar bola parada e velocidade por fora para atacar a retaguarda rubro-negra. A missão: quebrar ritmo, alongar o jogo e levar a partida para um território emocional em que cada dividida vira decisão. ge

    Do lado do Flamengo, a notícia ruim é a ausência de Saúl Ñíguez, preservado por dores no tornozelo. Felipe Luís ganha um problema central: como manter pressão por dentro sem o espanhol e, ao mesmo tempo, proteger a saída? A tendência é calibrar a ocupação de corredor interno com um meia de apoio e laterais alternando alturas. ge+2ESPN.com+2

    Sem três titulares citados pela imprensa (Alex Sandro, Léo Pereira e o próprio Saúl), a defesa rubro-negra precisa de coordenação impecável na primeira bola aérea e agressividade controlada no bote. O ajuste fino estará no tempo do volante para cobrir o zagueiro que salta, evitando as diagonais às costas. LANCE!

    Taticamente, o duelo promete um Flamengo com posse longa, atraindo o Bahia para liberar o homem livre entre linhas. Se o Tricolor fechar o centro, a válvula será amplitude máxima e cruzamentos de segunda trave; se abrir demais, infiltração em tabelas curtas. Para Ceni, o contraveneno é compactar 25–30 metros e negar o giro do pivô rubro-negro. ESPN.com

    Nos bastidores de preparação, os dois lados trataram o jogo como “rodada de tese”: o Bahia para provar que elenco curto compete, o Flamengo para confirmar casca de líder fora de casa. É aquela partida que pesa na tabela e, principalmente, na confiança para a reta final do campeonato. Terra

    Olho na arbitragem e na bola parada: com elenco mexido, o Bahia pode tirar ouro de escanteio e falta lateral; o Flamengo, por sua vez, costuma usar jogadas ensaiadas para abrir defesas fechadas. Em jogos assim, o 1 a 0 nasce mais de detalhe treinado do que de “talento que resolve”. ge

    No relógio, anota aí: a bola rola às 18h30 (de Brasília), com transmissão no Premiere. Agenda marcada, análise pronta e tensão no talo — do jeitinho que a Nação gosta para fechar o domingo. Terra+1

    Se o Flamengo acelerar a troca de corredor e não perder a cabeça nas primeiras trombadas, leva. Se aceitar jogo moroso e cair em armadilha de cruzamento forçado, o Bahia arranca ponto. “Favoritismo” só dura até o apito inicial — depois, é suor, ajuste e nervo.

  • Ancelotti deixa rubro-negros fora da Data FIFA de outubro

    Ancelotti deixa rubro-negros fora da Data FIFA de outubro

    Carlo Ancelotti divulgou nesta quarta (1º) a lista da Seleção Brasileira para os amistosos de outubro contra Coreia do Sul (10/10, em Seul) e Japão (14/10, em Tóquio). A convocação não inclui nenhum jogador do Flamengo — notícia que, para boa parte da Nação, soa mais como alívio do que problema. ge

    No anúncio, o técnico italiano explicou os critérios: priorizou atletas que atuam na Europa por logística e fuso horário, já que a janela é na Ásia. Em bom português: menos desgaste de viagem, menos risco de lesão para quem cruza o mundo. “Não é uma lista definitiva”, frisou Ancelotti. ge

    A relação confirma o retorno da dupla do Real Madrid, Vini Jr. e Rodrygo, além de nomes como Bruno Guimarães, Casemiro e Lucas Paquetá. Entre os goleiros, Ederson e Hugo Souza foram chamados — o ex-Fla hoje no Corinthians deve jogar um dos amistosos, segundo o treinador. ge+1

    Nos zagueiros, a lista traz Éder Militão, Gabriel Magalhães, Beraldo e Fabrício Bruno (Cruzeiro). Ou seja: Léo Pereira e outros rubro-negros ficaram mesmo de fora nesta janela. Para o torcedor do Fla, isso significa elenco completo nas rodadas do Brasileirão durante a Data FIFA. ge

    A decisão de “europeizar” a lista foi destaque também em veículos especializados: a avaliação é que a CBF pesou a logística da viagem à Ásia e o impacto do fuso. Na prática, o plano reduz o vai-e-volta exaustivo para quem joga no Brasil. Trivela

    Mesmo sem flamenguistas, o tema Pedro apareceu na coletiva: Ancelotti citou o centroavante, mas optou por chamar Igor Jesus para ter uma referência de área com características parecidas nesta convocação. Sinal de que a porta não está fechada para as próximas listas. LANCE! esportes

    Para o calendário rubro-negro, a notícia é ouro. Sem convocações para a Amarelinha, o técnico Felipe Luís (ou o comandante da vez) mantém sua base titular íntegra para treinar, ajustar detalhes e disputar pontos importantes no Brasileirão — sem aquela maratona de “desconvoca, viaja, volta sem ritmo”. O Dia

    Há, claro, a ressalva de convocações por outras seleções: estrangeiros do elenco podem ser chamados por seus países. Ainda assim, o impacto costuma ser bem menor do que perder múltiplos titulares para a Seleção em jogos no outro lado do mundo. O Dia

    Do ponto de vista esportivo, a ausência de rubro-negros na lista não deve ser lida como demérito imediato. O próprio técnico deixou claro que outubro não “fecha a conta” e que novembro pode reequilibrar Brasil-Europa nas escolhas — ou seja, quem estiver voando no clube seguirá no radar. ge

    Ancelotti deixou o Fla em paz nesta Data FIFA e a torcida aprovou. Menos avião, mais treino, mais foco no que interessa: competir e pontuar aqui. Para outubro, missão cumprida — pelo menos no Ninho. ge+1

  • Pênalti de cavadinha: Yuri Alberto sabota o Corinthians

    Pênalti de cavadinha: Yuri Alberto sabota o Corinthians

    Em Itaquera, o roteiro foi de clássico grande: intensidade, chances e virada. O Corinthians abriu o placar no início da etapa final, mas o Flamengo virou para 2–1 — gols de Arrascaeta e Luiz Araújo — e consolidou a liderança do Brasileirão no domingo, 28/09. Flamengo

    Antes de qualquer debate, o lance-chave é incontornável: ainda no primeiro tempo, Yuri Alberto cobrou pênalti de cavadinha e parou em Rossi. A execução displicente não só desperdiçou a melhor chance alvinegra como mudou o humor do jogo. O próprio relato oficial do Flamengo descreve a defesa e o contexto do lance. Flamengo

    Para quem olha só o placar, é fácil esquecer que o camisa 9 até marcou no primeiro minuto do segundo tempo. Sim, Yuri abriu a contagem — e de nada adiantou. Pouco depois, Arrascaeta empatou e, no fim, Luiz Araújo virou: 47’, 55’ e 87’, respectivamente, no registro da ESPN. ESPN.com

    O problema é que o pênalti perdido contaminou a confiança. As avaliações do ge foram duras: além da penalidade “inaceitável”, Yuri perdeu outras três ótimas chances antes do intervalo e ainda levou amarelo na comemoração do próprio gol. Em clássico, esse pacote costuma sair caro. ge

    A fotografia tática ajuda a entender a virada. O Corinthians venceu o primeiro tempo em agressividade e volume, mas pagou pela imprecisão; na volta do intervalo, o Flamengo corrigiu conexões por dentro com Carrascal e Arrascaeta e empurrou o Timão para trás. A análise pós-jogo do ge crava essa mudança de eixo. ge+1

    Os fatos frios do box score reforçam: estádio, arbitragem, cronologia dos gols e público registrados pela ESPN/ESPN BR. O dado que não aparece em número é a virada emocional depois da defesa de Rossi — um “turning point” que manteve o Fla vivo até a virada tardia de Luiz Araújo. ESPN.com

    Polêmico? Sem tirar nem pôr: centroavante de time grande não pode desperdiçar pênalti de cavadinha em clássico. É ousadia quando entra; vira preciosismo quando sai errado. E no domingo saiu muito errado — com direito a zoeira nas redes e compilados de “lances perdidos” pipocando por aí. Instagram+1

    Do lado rubro-negro, mérito puro: ajuste de Filipe Luís, protagonismo de Arrascaeta e impacto imediato de Luiz Araújo do banco. O próprio clube detalha a sequência da jogada do 2–1 (lateral cobrado rápido, corredor aberto, finalização de primeira). Esse nível de execução é coisa de líder. Flamengo

    Do lado corinthiano, Dorival Júnior montou um plano competitivo e o time produziu para vencer — mas futebol pune quem não mata. E, em jogo grande, o centroavante é o fiel da balança: quando decide, vira herói; quando empilha erros, arrasta o elenco junto para o buraco da frustração. As notas do ge traduzem bem esse sentimento. ge

    O Corinthians perdeu por detalhes que têm nome e sobrenome. Yuri Alberto até “desencantou”, mas a cavadinha perdida e o pacote de chances jogadas fora foram a senha para o Flamengo crescer, empatar e virar. Clássico não perdoa vaidade — e o placar final contou essa história. ge+2ESPN.com+2

  • Flamengo e Cruzeiro brigam no alto da Tabela

    Flamengo e Cruzeiro brigam no alto da Tabela

    O duelo está agendado para quinta, 02 de outubro de 2025, pela Série A — jogo grande, com duas camisas pesadas e interesses diretos na parte alta da tabela.

    • Competição: Campeonato Brasileiro – Série A (Rodada 26). ge
      Data: quinta-feira, 02 de outubro de 2025. Sofascore
      Horário: 20:30 (de Brasília) / 23:30 UTC. Sofascore
      Local: Maracanã (Estádio Jornalista Mário Filho) — Rio de Janeiro/RJ. Flashscore+1
      Transmissão: sportv e Premiere (TV/streaming). Itatiaia (rádio e YouTube). Rádio Itatiaia

    No banco rubro-negro, Filipe Luís consolidou-se como técnico da casa e segue à frente do Flamengo em 2025, já com títulos no currículo e ambição internacional. O ex-lateral assumiu no fim de 2024 e teve a temporada de 2025 para estampar seu modelo. Wikipedia+1

    Do lado celeste, o comando é de Leonardo Jardim em 2025 — técnico experiente, com passagens marcantes por Monaco e trabalhos recentes no Oriente Médio, que costuma organizar times compactos e competitivos. O staff do Cruzeiro para 2025 o aponta como treinador principal. Wikipedia+1

    Comparando os elencos pelo valor de mercado, o Flamengo chega com um plantel avaliado na casa de ~€196 milhões (Transfermarkt), espelhando profundidade e peças decisivas em todos os setores. É um orçamento que permite múltiplas soluções de jogo. Transfermarkt

    O Cruzeiro, por sua vez, apresenta um elenco estimado em ~€125,6 milhões, com média de idade equilibrada e um ataque valorizado — base para o plano de Jardim de transitar rápido e punir erros. A diferença existe, mas não impede o time mineiro de competir em jogos grandes. Transfermarkt

    Em termos de compreensão tática, Filipe Luís tem privilegiado um Flamengo que controla ritmo e espaço: posse paciente para atrair pressão, amplitude pelos pontas e agressividade nos corredores quando a primeira linha rival balança. A leitura das trocas — especialmente no terço final — costuma ser o diferencial do treinador em noites grandes.

    Jardim, por outro lado, é mestre em reduzir o jogo ao essencial: bloco médio/baixo bem coordenado, linhas curtas, pressão orientada no lado da bola e explosão nas transições quando recupera — muitas vezes com o extremo do lado fraco atacando as costas do lateral adversário. Em jogos fora de casa, essa pragmática rende.

    O contraste financeiro pesa no “como” cada um vence: o Flamengo pode resolver com repertório (mobilidade entre meias, 9 associativo, bola parada forte); o Cruzeiro, com plano cirúrgico (roubo + saída vertical em 2 ou 3 passes). Aí mora o xadrez: se o Fla acelera demais, dá campo à transição celeste; se o Cruzeiro baixa demais, convida o sufoco.

    O detalhe que decide? A gestão das faixas laterais. Se Filipe proteger a saída contra as diagonais do Cruzeiro e mantiver o “contra-pressing” ajustado, a pressão territorial tende a virar chances claras. Se Jardim travar as conexões por dentro e isolar o pivô rubro-negro, o jogo fica no tempo dele — e uma bola pode bastar.

    Prognóstico editorial: com elenco mais caro e variado, o Flamengo entra como favorito; com treinador talhado para jogos reativos, o Cruzeiro tem o roteiro pronto para surpreender. É talento contra disciplina, investimento contra execução milimétrica. Quem impuser sua ideia por mais minutos, leva a noite. Transfermarkt+1

  • Corinthians e Flamengo pelo Brasileirão 2025

    Corinthians e Flamengo pelo Brasileirão 2025

    O jogo é neste domingo, 28 de setembro de 2025, às 20h30 (de Brasília), na Neo Química Arena. Rivalidade no talo, clima de casa cheia e ingredientes de sobra: o líder Flamengo visita um Corinthians pressionado por resultado. Meu Timão+1

    Corinthians x Flamengo — Brasileirão 2025 (25ª rodada)

    • Data: domingo, 28 de setembro de 2025
    • Horário: 20h30 (de Brasília)
    • Local: Neo Química Arena, São Paulo (SP) ge+1

    Transmissão (onde assistir)

    Arbitragem (CBF)

    • Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
    • Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Bruno Boschilia (PR)
    • VAR: Wagner Reway (SC)
      Fontes reportando a escala: Jogada10/Terra e Coluna do Fla (com base na confirmação da CBF). Terra+1

    Competição

    • Campeonato Brasileiro – Série A 2025 (25ª rodada)

    O recorte recente pesa na narrativa: no primeiro turno, no Maracanã, o Fla venceu por 4–0, numa atuação de imposição do início ao fim. É memória que influencia o emocional e a estratégia — o Timão entra para provar que o roteiro não se repete; o Fla, para validar a distância técnica mostrada em abril. ESPN.com

    Momento e tabela: o Flamengo lidera o campeonato e chega “em modo campeonato”, com solidez defensiva e peças decisivas em boa fase. O Corinthians, por sua vez, oscila e precisa de ponto grande para respirar. A diferença na classificação aumenta a responsabilidade do mandante e dá ao visitante o conforto de jogar por espaços. LANCE! Futebol e Esportes

    Desfalques e alertas: no Fla, Ayrton Lucas está suspenso pelo terceiro amarelo; Pulgar segue fora por lesão, e Michael também não está à disposição. Isso reposiciona o setor esquerdo — Viña é o substituto natural, com Alex Sandro como alternativa de gestão de minutos. No Corinthians, baixas de Carillo, Garro e Charles, além de Memphis Depay novamente tratado como dúvida por edema. ge+1

    Prováveis times (pelo que foi treinado e reportado até a véspera): Flamengo com Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro/Viña; Jorginho, Saúl e Arrascaeta; Samuel Lino, Gonzalo Plata e Pedro. Corinthians com Hugo Souza; André Ramalho, Gustavo Henrique e Angileri; Matheuzinho, Maycon, José Martínez, Breno Bidon e Matheus Bidu; Gui Negão e Yuri Alberto. Ajustes de última hora podem ocorrer conforme avaliação física. ESPN.com+2Terra+2

    Chaves táticas: o corredor direito rubro-negro (Varela + Plata) pode ser ponto de desequilíbrio, atraindo Bidu e abrindo o half-space para Arrascaeta receber entre linhas. Do outro lado, a bola aérea e as diagonais de Yuri Alberto pedem atenção — Léo Ortiz e Léo Pereira devem alternar coberturas curtas para não expor o miolo, mantendo Rossi confortável para defender cruzamentos e segundas bolas. (A consistência do goleiro em jogos grandes é um trunfo psicológico adicional.) ESPN.com

    No meio, Jorginho dita a altura do bloco: se o Fla empurra Maycon e Bidon para trás, a posse corinthiana tende a ficar estéril. Sem Ayrton Lucas, o Fla perde velocidade pura na ultrapassagem à esquerda, mas ganha controle com Alex Sandro/Viña. Para o Timão, agredir os lados com trocas rápidas (Bidu por fora, Gui Negão atacando costas) e acelerar transições pode ser a via do gol. ge+1

    Serviço do jogo — onde assistir, horário e arbitragem: TV e streaming definidos pelos guias de programação da rodada apontados pelos principais portais esportivos; confira o guia do dia para as opções atualizadas de transmissão e trio de arbitragem. (Até o fechamento deste texto, os portais listavam a partida às 20h30, com cobertura nacional.) ESPN.com+2Trivela+2

    O que observar no campo: a pressão inicial do Corinthians empurrando saída curta do Fla; a resposta rubro-negra alternando posse longa e mudanças rápidas de corredor; bolas paradas (defensivas do Fla, ofensivas do Timão); e o duelo psicológico do “primeiro gol”. Se o Flamengo sai na frente, o jogo tende a abrir; se o Corinthians marca primeiro, a Arena vira um caldeirão difícil de segurar. ge

    Palpite editorial (com parcimônia): jogo mais equilibrado do que o 4–0 do primeiro turno sugere, pela urgência do Corinthians e pelos desfalques pontuais do Fla. Ainda assim, o visitante leva vantagem pela fase coletiva e pela qualidade das decisões no terço final. Empate com gols ou vitória magra rubro-negra parecem os cenários mais prováveis. LANCE! Futebol e

  • As Defesas de Agustín Rossi

    As Defesas de Agustín Rossi

    Vamos registrar as defesas de pênalti de Agustín Rossi na carreira, dentro e fora do Flamengo. Abaixo, relembro os momentos-chave e, ao fim, trago uma tabela com o que conseguimos confirmar em fontes públicas confiáveis, ano a ano e por clube (incluindo disputas por pênaltis). Onde as bases divergem, eu deixo a nota de rodapé com as diferenças. Transfermarkt+2ge+2

    Rossi se tornou sinônimo de pênaltis muito antes de vestir rubro-negro. No Boca Juniors, especialmente em 2022, ele encadeou uma série de defesas que sedimentou a fama de “penalty killer”: parou cobranças de Emiliano Vecchio (Rosario Central), Leandro Díaz (Estudiantes), Renzo López (Central Córdoba), “Pulga” Rodríguez (Colón) e Leandro Fernández (Independiente). Em 2020, já havia defendido de Andrés Roa (Independiente). Transfermarkt

    No Flamengo, o histórico recente é ainda mais vivo na memória. Em 2023, ele pegou as cobranças de Fábio Santos (Corinthians) e Clayson (Cuiabá). Em 2024, defendeu as batidas de Fernandinho (Athletico-PR) e Hulk (Atlético-MG). Em 2025, parou Tiago Volpi (Grêmio). Somando a isso, vieram os dois pênaltis na disputa contra o Estudiantes, garantindo a classificação rubro-negra — noite que coroou o repertório técnico e o sangue-frio do argentino. Transfermarkt+2infobae+2

    A leitura de corpo do batedor e o “timing” para explodir no canto marcam o estilo de Rossi. Os dados de padrão de salto e direção coletados após a decisão contra o Estudiantes mostram um goleiro que aposta na consistência: ele manteve o mesmo lado na maior parte das cobranças daquela série, uma escolha tática calcada em estudo prévio e em leitura do pé de apoio. ge

    O arco da carreira ajuda a entender de onde vem essa confiança. Rossi atravessou empréstimos e experiências fora da Bombonera — Lanús, Antofagasta, Defensa y Justicia — até retornar e se firmar no Boca, antes de chegar ao Flamengo em 2023. O traço em comum? Em jogos grandes, com pressão máxima, ele costuma “crescer” na marca da cal. Wikipedia

    Há, porém, divergências entre bases de dados sobre o total de pênaltis defendidos na carreira (porque algumas somam apenas pênaltis em jogo, outras incluem disputas por pênaltis e até categorias diferentes de competições). Um recorte conservador — focado em lances documentados e verificáveis — aponta 14 defesas no agregado; já levantamentos mais amplos falam em 27 defesas históricas. Para o recorte Flamengo especificamente, a conta mais recente dos principais portais brasileiros marca 7 defesas considerando também as disputas. ge+3Transfermarkt+3OneFootball+3

    O que não muda é o impacto prático: quando o jogo vai para a cal, a equipe de Rossi entra em vantagem psicológica. Foi assim na série contra o Estudiantes — duas mãos firmes, leitura fria e classificação garantida — e em diferentes noites com a camisa do Boca. Nas duas camisas, ele cristalizou a reputação de goleiro para momentos decisivos. infobae+1

    A seguir, uma síntese “ano x clube” somente com eventos que conseguimos verificar nas fontes listadas — somando pênaltis defendidos “em jogo” e “em disputas” (quando o link/relato descreve a defesa na série). Isso explica por que os totais abaixo podem ser menores que alguns números globais divulgados por outras bases.

    Tabela – pênaltis defendidos (eventos documentados e verificados)

    AnoClubePênaltis defendidos*
    2020Boca Juniors1 (vs. Independiente – Andrés Roa)
    2022Boca Juniors5 (vs. Rosario Central – Vecchio; Estudiantes – L. Díaz; Central Córdoba – R. López; Colón – L. Rodríguez; Independiente – L. Fernández) + 1 em disputa (vs. Tigre – Retegui)
    2023Flamengo2 (vs. Corinthians – Fábio Santos; vs. Cuiabá – Clayson)
    2024Flamengo2 (vs. Athletico-PR – Fernandinho; vs. Atlético-MG – Hulk)
    2025Flamengo1 (vs. Grêmio – Tiago Volpi) + 2 em disputa (vs. Estudiantes – Benedetti e Ascacíbar)

    * Fontes primárias para cada linha/lança: Transfermarkt (listagem lance a lance) e reportagens de ge/Globo e Infobae para as decisões por pênaltis e os jogos recentes do Flamengo. infobae+3Transfermarkt+3Transfermarkt+3

    Notas rápidas sobre as divergências

    • Totais de carreira: Transfermarkt lista 14 pênaltis defendidos (critério mais restrito). Já OneFootball/OGol mencionam 27 no agregado histórico (critério mais amplo). A 365Scores também aponta 14 defesas em 34 penalidades enfrentadas (41,18%) — outro recorte. Essas diferenças vêm do que cada base considera (só tempo normal? inclui disputa? inclui amistosos?). 365Scores+3Transfermarkt+3OneFootball+3
    • Flamengo (recorte local): o ge/Globo levantou 7 defesas já com a camisa rubro-negra até 26/09/2025 (contando a disputa em La Plata)
  • Flamengo 0 X 1 Estudiantes: Rossi vira Herói

    Flamengo 0 X 1 Estudiantes: Rossi vira Herói

    Em La Plata, o Flamengo perdeu no tempo normal, mas carimbou a vaga na semifinal da Libertadores nos pênaltis. A diferença na marca da cal? O goleiro Rossi, que pegou duas cobranças e saiu de herói depois de uma noite tensa. ge+1

    O Estudiantes empurrou, igualou a série e até balançou a rede de novo — lance depois anulado por impedimento no VAR — obrigando o Fla a conviver com o sufoco até a decisão final. No mano a mano, o time foi eficiente nas batidas; do outro lado, Rossi fez exatamente o que a Nação esperava: decidiu. ge+1

    A narrativa do jogo ganhou drama extra porque o próprio Rossi vinha de um momento de frustração por um erro durante a partida. Ele mesmo admitiu: “goleiro é assim”, e tratou as defesas nos pênaltis como “remédio” — um giro emocional típico da posição, que vive no fio da navalha. ge

    Tecnicamente, Rossi mostrou leitura de pé de apoio e timing de explosão. Em pelo menos duas cobranças, esperou o contato na bola para escolher o canto, usando braços longos e passada curta pra não queimar a linha. Esse pacote é marca registrada desde os tempos de Boca Juniors e reapareceu com força no Flamengo. ge+1

    Vale sublinhar o contexto: o Estudiantes vinha de um mata-mata muito competitivo e pressionou a saída rubro-negra. A comissão de Filipe Luís precisou mexer pesado e o time terminou a etapa final sobrevivendo aos cruzamentos e às bolas paradas até “levar a decisão” para a marca da cal. Aí, a hierarquia pesou. Diario AS

    Sobre as batidas do Flamengo: frieza e execução limpa. Quando o seu goleiro entrega duas defesas, a estatística fica do seu lado. A combinação de ataque ao ângulo e contato firme na bola dá pouca chance pro arqueiro adversário — e o Fla entendeu isso muito bem na série. ge

    Quem é Agustín Rossi? Argentino, 1,93m, formado no país, ele virou referência de “penalty killer” no Boca antes de fechar com o Flamengo em 2023, contrato até 2027. Perfil: goleiro de envergadura, bom nas reações curtas e confortável sob pressão — exatamente o cenário de La Plata. Transfermarkt

    Um detalhe curioso da trajetória: antes de se firmar debaixo das traves, Rossi chegou a ser testado como atacante na base. A história ajuda a explicar a leitura que ele tem do batedor: entender o corpo de quem finaliza não é pouca coisa quando cada gesto vale uma classificação. ESPN.com

    O roteiro da eliminatória ainda teve doses de polêmica no Maracanã (ida), com expulsão e debate quente de arbitragem, o que só aumentou a pressão para a volta. Em Buenos Aires, o Flamengo precisou de maturidade para atravessar a tempestade e chegar vivo aos pênaltis — onde tinha sua vantagem competitiva no gol. Diario AS

    No fim, a semifinal vem com lições claras: controle emocional, bola parada mais protegida e, sobretudo, confiança no seu especialista. Quando a série vai pra loteria, o Fla sabe que tem um bilhete premiado debaixo das traves. Rossi lembrou por que goleiros decidem torneios — e por que pênaltis não são apenas sorte.

  • Flamengo X Estudiantes: o que esperar da partida?

    Flamengo X Estudiantes: o que esperar da partida?

    Hoje é noite de decisão em La Plata. Estudiantes e Flamengo se encaram às 21h30 (de Brasília), no Estádio Jorge Luis Hirschi, pelo jogo de volta das quartas da Libertadores; o Fla joga com a vantagem do 2–1 construído no Maracanã e avança com empate. Transmissão na ESPN e no Disney+. CNN Brasil+2ge+2

    Do lado argentino, a missão é clara: vencer por dois gols para evitar pênaltis e sonhar com semi. A equipe de Eduardo Domínguez deve ter Muslera; Román Gómez, Núñez, Facundo Rodríguez e Arzamendía; Ascacíbar, Piovi, Amondarain; Palacios (ou Medina), Farías e Carrillo. Arbitragem de Piero Maza (CHI). UOL+1

    O Flamengo chega com roteiro conhecido: controle com bola no meio, amplitude pelos pontas e Pedro como referência. A tendência é repetir a base com Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Jorginho, Saúl Ñíguez e Arrascaeta; Gonzalo Plata, Samuel Lino e Pedro — com Jorginho ganhando espaço após treinar normalmente e ser cotado como novidade. ge+1

    A grande história pré-jogo é a anulação da expulsão de Gonzalo Plata. A Conmebol reconheceu erro no lance do Maracanã, publicou a análise do VAR e liberou o equatoriano para hoje — decisão rara no mata-mata e que muda o desenho ofensivo do Fla. ge+1

    No contexto da eliminatória, o 2–1 foi traiçoeiro: o Fla dominou boa parte da ida, mas levou gol no fim e deixou a série aberta. Isso explica o discurso mais contido no Ninho e a expectativa de um Estudiantes adiantado, agressivo nos duelos e forte na bola aérea em casa. Diario AS

    Os argentinos chegam pressionados, mas com estádio a favor e uma espinha dorsal experiente (Muslera, Ascacíbar, Piovi e Carrillo). Também acumulam problemas recentes de lesão — caso de González Pirez —, fator que obriga ajustes na última linha e pode abrir espaços para o corredor de Ayrton Lucas. UOL

    Taticamente, o jogo passa por três chaves para o Flamengo: (1) tirar a pressão da primeira linha com circulação rápida em Saúl e Jorginho; (2) atacar costas de laterais com Lino/Plata para cruzamentos rasteiros a Pedro; (3) reduzir faltas laterais e escanteios cedidos, ponto forte do Estudiantes no UNO. Esses pontos ecoam as prévias da imprensa e o histórico recente contra argentinos no mata-mata. ESPN.com

    Para o Estudiantes, a aposta é verticalidade: acelerar transições, acionar Farías por dentro e cruzamentos para Carrillo. Se o Fla perder a primeira bola, a segunda bola argentina vira perigo — cenário em que a leitura de Léo Ortiz/Léo Pereira será determinante. As prévias indicam esse plano com trio de meio combativo. Trivela

    Clima também é parte do jogo. Do lado de lá, a reversão da suspensão de Plata gerou ruído e narrativa de “pressão” rubro-negra; do lado de cá, virou combustível para foco. Em campo, isso se traduz em intensidade nos 15 minutos iniciais — sobrevivendo ao abafa, o Fla tende a controlar. ge+1

    Palpite do Flaresumo? Jogo duro, de detalhes, com cara de mata-mata fora de casa: linhas compactas, menos risco e aposta na eficiência. Se o Flamengo acertar a primeira transição com Lino/Plata e proteger a bola parada, a classificação vem. Placar provável: empate com gols. ESPN.com